Resenha: A Vida do Livreiro A.J. Fikry – Gabrielle Zevin

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Início da leitura: 28/07/2014

Fim da leitura: 31/07/2014

Páginas: 192

Nota no Skoob: 4,2

Minha nota: 5

Editora: Companhia das Letras

Sinopse:  Uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos.

Opinião da leitora: Eu nem precisaria fazer resenha. A sinopse já diz tudo.
Esse livro é um dos maiores exemplos de que não é preciso 500 páginas para se contar uma boa história.
Gabrielle Zevin consegue em menos de 200 páginas relatar a vida do livreiro A.J. Fikry de forma doce, suave e ao mesmo tempo interessante. É um livro que você consegue ler em um dia. Tanto pelo tamanho quanto pela narrativa que te envolve.
A história é simples, mas bonita. Mostra a mudança que a pequena Maya traz para a vida do livreiro e como são as coisas a partir do momento que eles se conhecem.
Um detalhe interessante é que o início de cada capítulo é uma pequena nota de A.J. para Maya sobre alguns livros.
A trama é capaz de agradar à vários tipos de pessoa, mas os amantes dos livros se sentirão especialmente agraciados.

Melhores frases:

“Nenhum homem é uma ilha; cada livro é um mundo”
“Lemos para saber que não estamos sós. Lemos porque estamos sós. Lemos e não estamos sós. Não estamos sós.”
“Já vi gente do cinema de férias e já vi gente da música, e gente de jornal também. Não tem ninguém no mundo como o pessoal dos livros. É um negócio de cavalheiros e damas.”
“Livrarias atraem o tipo certo de gente. Gente boa, que nem o A.J. e a Amelia. E eu gosto de conversar sobre livros com pessoas que gostam de conversar sobre livros. Gosto de papel. Gosto da textura e gosto de sentir um livro no bolso. Gosto do cheiro de livro novo também.”

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Comentários

4 comments

  1. Juliana Rodrigues says:

    Só não gosto de cheiro de livro antigo porque me faz espirrar. Se não gostava também. Gosto de textura, de cor, de preto e branco, de capa de miolo e de lombada.
    Gosto de ler e de reler. Do som do papel. Da forma das palavras. De virar a capa e folhear as páginas.

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