Santiago – Dia 1

Finalmente dei um fora na preguiça e resolvi iniciar os posts detalhados da viagem para o Chile. Como dito no post-índice, visitamos Santiago e os Lagos Andinos. A capital foi nossa primeira parada.

O Hotel

Ficamos hospedados no Hotel Orly. Como de costume, escolhi o hotel depois de pesquisar no TripAdvisor e no Booking.

fachada-31.jpg.1024x0O hotel localiza-se na Providencia, bairro residencial de classe alta e centro financeiro. É uma região bem integrada ao metrô, com várias estações ao longo da Av. Providencia. Também fica perto do shopping Alto Las Condes. Encontramos boas opções de comida ao redor.

Em relação ao hotel, ele é mais no estilo clássico, ou seja, não espere encontrar quartos modernos e móveis novos. Mesmo assim, o quarto era bem confortável. Sem reclamações. O café da manhã (incluído na nossa diária) era excelente. Pães, frutas, cereais, doces, sucos, iogurte, ovos e bacon.

Ao longo do dia, o hotel disponibiliza na área do café da manhã águas aromatizadas, chás e café com biscoito. Sempre que voltávamos ao hotel depois de horas caminhando aproveitávamos essa cortesia.

O ponto negativo foi, na verdade, uma falta de informação. Ao fazermos o check-in, o atendente nos perguntou a forma de pagamento. Informamos que iríamos pagar em dinheiro e ele falou que acertávamos no check-out então. Na hora do check-out é que nos avisaram que o preço em pesos chilenos era mais alto do que em dólar por causa de impostos. Não entendi direito a lógica, mas a realidade é que pagando em pesos chilenos estaríamos gastando mais do que se pagássemos em dólar. Como já estávamos com hora para pegar o táxi, pagamos com os pesos mesmo e saímos no prejuízo. Depois fiz as contas e percebi que mesmo pagando em dólar no cartão de crédito (com as mil taxas incidindo) sairia mais barato do que usando as notas chilenas. Então prestem atenção nesse detalhe! Vale mais pagar em dólar mesmo.

Mapa com os arredores do hotel:

hotelDia 1 – 30/10

Chegamos na cidade na hora do almoço. Então fizemos o check-in e buscamos um restaurante para almoçar.

Já tinham me falado do Restaurant Giratorio, e como ele era relativamente perto do hotel, fomos nele. Sim, se chama Giratorio porque ele gira! Ele fica no alto de um edifício com uma vista 360° da cidade. A parte onde ficam as mesas gira numa velocidade bem lenta (óbvio!) tornando possível almoçar e apreciar todos os lados da vista.

A comida era boa, mas bem cara. Normal se você pensar no estilo do restaurante. Porém, notei que até em restaurantes mais simples a comida saía mais cara do que em lugares do mesmo nível aqui no Rio de Janeiro. Em compensação, todos os lugares em que fomos era servido algum tipo de cesta de pães como entrada sem custo adicional.

O passeio turístico começou com a subida ao Cerro San Cristóbal. Descemos na estação Baquedano e andamos até a entrada do Parque Metropolitano. Para chegarmos ao topo do Cerro, pegamos um funicular. No caminho tem um zoológico, mas não descemos nele.

DSC05394 DSC05395Do alto do cerro é possível ter uma ampla visão da cidade. Também seria possível ver os Andes, mas as nuvens não colaboraram.

DSC05404 DSC05412 DSC05413Descemos o cerro no mesmo funicular e seguimos para uma das três casas do Pablo Neruda (as outras duas ficam em Isla Negra e Valparaíso). La Chascona é uma casa-museu onde Neruda morou com sua amante Matilde. O nome da casa é em homenagem a ela.

A visita é feita com o auxílio de áudio-guia. Esse recurso facilita bastante o entendimento ao mesmo tempo em que não prende o turista como acontece em casos de guias humanos.

Infelizmente não é permitido tirar foto. 🙁

Saímos do bairro Bellavista e voltamos para a Plaza Italia. Caminhamos pelo Parque Florestal até o Museo Nacional de Bellas Artes.

DSC05423O Parque é muito agradável e vale a caminhada. Deu muita vontade de andar de bicicleta por lá.

Já o museu não me chamou atenção.

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Exposição conceitual de roupas empilhadas

Exposição conceitual de roupas empilhadas

Pegamos o metrô na estação Bellas Artes e voltamos para o hotel.

O jantar foi numa pizzaria pertinho do hotel (La Pizza Nostra). Eles tinham uma promação de duas pizzas pelo preço de uma até às 20h. Aproveitamos, mas nem precisava. A pizza era enorme e não conseguimos comer tudo. Mas o maior destaque do restaurante era o azeite que vinha com as cestinha de pães e afins. MELHOR AZEITE DA VIDA! Não sei o que eles colocavam (tinham umas coisinhas dentro), só sei que era delicioso.

Trajeto do dia:

santiago1

Gastos do dia (em pesos chilenos):
Táxi do aeroporto para o hotel: 10.500 (para cada um)
Almoço Restaurant Giratorio: 17.765 (filé com fritas e água)
Metrô: 1.280
Funicular: 2.000
La Chascona: 5.000Água: 800 (no Patio Bellavista)
Museo Nacional de Bellas Artes: 600 (não existia ingresso, nós é que contribuimos)
Jantar La Pizza Nostra: 9.180 (2 pizzas por 1, vinho e sobremesa)
Total: 47.125 pesos chilenos

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Comentários

3 comments

  1. Juliana says:

    Em Buenos Aires também tive um imprevisto na hora de pagar o hostel… Uma diferença na conversão das moedas e acabamos pagando mais caro.

    Ahhh adoro pãozinho com azeite *-*

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